Saltar para o conteúdo

Segundo a psicologia, estas 9 atitudes parentais comuns são as que mais contribuem para a infelicidade das crianças.

Pai ajuda filho a fazer trabalhos de casa na mesa, enquanto mãe está no sofá ao fundo com telemóvel.

O menino pequeno no parque infantil tem tudo o que uma criança poderia querer: uma trotinete, ténis novos em folha, lanches numa caixa de silicone perfeita. A mãe paira a dois metros de distância, a corrigir cada gesto. “Não, não é assim. Vais cair. Vem aqui. Não vás para ali. Diz obrigado. Diz bem.”
Ele olha de relance para outra criança que está a comer areia e a rir, sem ninguém a vigiá-la de muito perto.

No banco ao lado, um pai faz scroll no telemóvel enquanto a filha diz: “Olha para mim, olha para mim.” Ele acena com a cabeça sem levantar os olhos. Ela desiste à terceira tentativa e começa a falar sozinha.

A cena parece normal.

Os psicólogos dizem que são exatamente estes momentos comuns que, em silêncio, ensinam as crianças a perceber se a vida é segura, alegre… ou insuportavelmente pesada.

1. O pai/mãe do “Nunca é suficiente”: perfeição acima da ligação

Reconhece-os pelos pequenos suspiros. Pelas sobrancelhas levantadas perante o 18/20. Pelo “Bom trabalho, mas para a próxima tenta…” que aparece sempre depois do que devia ter sido uma pequena celebração.
Este estilo parental muitas vezes esconde-se atrás da ideia de “puxá-los para serem o melhor possível”, mas para uma criança soa a: “Não és assim tão bom como és.”

Dia após dia, isto rói a autoestima.
Crianças criadas em ambientes de comparação constante e de desapontamento silencioso habituam-se a analisar rostos, à procura de aprovação, aterrorizadas com o fracasso.
Não se sentem orgulhosas. Sentem-se vigiadas.

Imagine uma criança de 9 anos que chega a casa com um desenho de que está entusiasmada. Passou uma hora nele, língua de fora, completamente absorvida.
Um pai/mãe em modo perfeição pode dizer: “Porque é que o céu está roxo? Isso não é realista”, enquanto se fixa numa linha ligeiramente torta.

A criança não chora. Limita-se a dobrar o papel em silêncio e a enfiá-lo na mochila.
Da próxima vez, hesita antes de partilhar qualquer coisa criativa. Na adolescência, essa hesitação pode transformar-se num medo crónico de tentar algo fora da zona de conforto.

A investigação sobre “consideração condicional” mostra que as crianças que só recebem calor humano quando têm bom desempenho são mais ansiosas, mais perfeccionistas e muito menos felizes.

Do ponto de vista psicológico, esta atitude instala uma crença simples e dolorosa: “O meu valor = os meus resultados.”
Quando o amor parece estar ligado a notas, comportamento, troféus ou caligrafia impecável, a criança aprende a representar em vez de simplesmente ser.

A voz interior amadurece e transforma-se num crítico interno severo. Mesmo quando ninguém as está a julgar, continuam a fazê-lo a si próprias.
Algumas tentarão agradar a toda a gente, esgotando-se em silêncio. Outras deixam de tentar por completo, porque se nunca se começa, nunca se tem de sentir que se desapontou alguém.

Um caminho mais feliz começa quando os pais celebram abertamente o esforço, a curiosidade e as pequenas alegrias, e não apenas os resultados.
É aí que o amor começa a parecer uma constante, e não um teste mensal.

2. O pai/mãe do “Eu sei melhor do que tu”: zero espaço emocional

Se há uma competência que prevê o bem-estar a longo prazo de uma criança, os psicólogos voltam sempre à validação emocional.
Em palavras simples: quando uma criança está triste, assustada, zangada ou entusiasmada, alguém leva isso a sério em vez de minimizar, gozar ou redefinir.

A atitude oposta é comum e subtil.
O pai/mãe que diz: “Não tens frio”, quando a criança diz que tem. “Estás bem, pára de chorar.” “Não sejas parvo, não há nada a temer.”
As intenções podem ser cuidadosas, mas a mensagem é: “O teu mundo interior está errado. Eu sei o que tu sentes melhor do que tu.”

Imagine uma adolescente a chegar a casa depois de um dia difícil. Uma amiga excluiu-a de um grupo de chat, e ela sente-se humilhada.
Ela tenta explicar, a voz a tremer. O pai/mãe responde: “Daqui a uma semana já te esqueceste disso”, ou “No meu tempo, eu tinha problemas a sério.”

A adolescente aprende muito rapidamente: partilhar dor leva a ser diminuída.
Começa a guardar os sentimentos para o scroll nocturno e para publicações anónimas. Pode até fazer de palhaça em casa, escondendo tudo o que não pareça “agradável”.

Estudos sobre invalidação emocional ligam este padrão a maior risco de depressão, autoagressão e solidão profunda.
Porque quando os teus sentimentos nunca são bem-vindos, começas a acreditar que tu é que és o problema.

O mecanismo psicológico é brutal na sua simplicidade. As crianças precisam que as suas emoções sejam espelhadas e nomeadas, para conseguirem organizar o mundo interior.
Quando um pai/mãe reescreve constantemente essa experiência interna, a criança perde confiança nas próprias perceções.

Com o tempo, deixam de ouvir a intuição, desvalorizam as necessidades e têm dificuldade em estabelecer limites.
Crescem a dizer “Não é nada de especial” sobre coisas que, na verdade, as estão a partir por dentro.

Uma postura mais útil é surpreendentemente modesta: “Conta-me mais. Estou a ouvir. Faz sentido que te sintas assim.”
Sejamos honestos: ninguém consegue fazer isto todos os dias. Mas até alguns momentos genuínos destes por semana podem mudar a história de uma criança de “Sou demais” para Tenho direito a sentir o que sinto.

3. O coreógrafo controlador: sem espaço para respirar

Algumas casas funcionam como uma pequena empresa. Horários colados no frigorífico, rotinas otimizadas, cada minuto preenchido com futebol, piano, explicações de matemática, línguas.
Visto de fora, pode parecer impressionante. Visto de dentro, a experiência da criança é muitas vezes: não há espaço para simplesmente existir.

A psicologia fala de “apoio à autonomia”, a sensação de que se pode influenciar um pouco a própria vida.
Quando os pais escolhem tudo, corrigem tudo e antecipam todas as necessidades, as crianças sentem-se seguras a curto prazo, mas sufocadas a longo prazo.
Tornam-se especialistas em seguir, não autores da própria história.

Pense numa criança de 7 anos que quer vestir-se sozinha. Escolhe um conjunto que choca completamente: t-shirt de dinossauro, saia com brilhantes, botas de chuva com sol.
Um pai/mãe controlador pode intervir: “Não, isso fica ridículo, veste isto. Depressa, estamos atrasados.” A roupa é trocada em silêncio.

Ou uma criança mais velha que diz: “Já não quero fazer karaté.” A resposta automática: “Já pagámos, não desistes. Vais agradecer-me mais tarde.”
Por vezes, sim, é preciso um empurrão. O problema é quando cada vontade espontânea ou aversão é sistematicamente anulada.

A investigação associada à teoria da autodeterminação mostra que baixa autonomia é um forte preditor de infelicidade e falta de motivação.

Psicologicamente, o controlo envia uma mensagem clara: “Eu não confio em ti.”
As crianças interiorizam isso e começam a duvidar das próprias escolhas. Quando a vida lhes pergunta: “O que queres?”, ficam em branco, porque nunca praticaram escolher.

Podem obedecer à superfície, mas rebelar-se por baixo com mentiras, ecrãs secretos ou comportamentos de risco só para sentir algum poder.
Ou tornam-se adultos que ficam à espera que alguém lhes diga o que fazer, aterrorizados com a hipótese de dar um passo em falso.

Apoiar a autonomia não significa caos.
Significa oferecer escolhas seguras, ouvir quando uma criança diz “não” e aceitar que algumas meias não vão combinar.
É assim que uma criança aprende, em silêncio: A minha voz importa.

4. O pai/mãe invisível: fisicamente presente, emocionalmente noutro lugar

Uma das atitudes parentais mais comuns, e menos faladas, que cria crianças infelizes é a ausência emocional.
O pai/mãe está na sala, mas não está realmente “ali”.

Telemóveis, cansaço, emails do trabalho, listas intermináveis de tarefas criam uma espécie de nevoeiro cinzento nas famílias.
As crianças recebem respostas mais curtas, acenos distraídos, atenção a meia-gás. Não acontece nada de dramático.
É exatamente por isso que é tão difícil notar quanto dói.

Imagine uma criança de 5 anos, orgulhosa, a construir uma torre de blocos. “Olha, está mais alta do que eu!”
O pai/mãe levanta os olhos do ecrã só o tempo de dizer: “Fixe”, sem realmente ver, e volta a mergulhar numa mensagem.

Depois de tentativas suficientes assim, as crianças adaptam-se.
Deixam de chamar “Olha para mim” e começam a brincar sozinhas, não porque sejam independentes, mas porque aprenderam que não são assim tão interessantes.

Estudos longitudinais sobre “negligência emocional” mostram que crianças que crescem com atenção de baixa qualidade muitas vezes relatam sentir-se “vazias”, mesmo que todas as necessidades materiais tenham sido satisfeitas.
Carregam uma dor silenciosa: a sensação de que a sua presença não ilumina ninguém.

A psicologia vê o vínculo seguro como uma série de micro-momentos: olhares que se encontram, sorrisos respondidos, histórias ouvidas até ao fim.
Quando esses micro-momentos faltam de forma consistente, o mapa interno das relações muda.

Podem crescer sempre a perseguir ligações intensas, ou fazer o oposto: manter distância para evitar a desilusão de não serem escolhidos.
Cada amizade, romance ou relação de trabalho futura fica tingida por essa lição inicial: “Ou sou demais, ou não sou suficiente para prender a tua atenção.”

O antídoto não é passar dias inteiros no chão a brincar.
São bolsos de presença genuína, mesmo cinco minutos de cada vez, em que a criança se sente verdadeiramente vista, sem distrações a zumbir entre rostos.
Às vezes, é só isso que precisam para sentir que o mundo volta a ter cor.

5. O pai/mãe do “Os meus sentimentos primeiro”: quando a criança vira cuidadora

Há um padrão mais silencioso que muitos adultos só reconhecem muito mais tarde: ter sido a criança que tinha de proteger o pai/mãe.
Isto acontece quando a mãe ou o pai partilham constantemente o stress, a raiva, a tristeza ou a solidão com o filho… como se a criança fosse terapeuta ou parceiro/a.

À superfície, pode parecer proximidade. “És a única pessoa que me entende.”
Por dentro, a criança sente-se responsável por carregar um peso emocional de adulto para o qual não foi feita.
Os psicólogos chamam a isto “parentificação”.

Imagine uma criança de 11 anos cujo pai diz muitas vezes: “Se tu não estivesses aqui, nem sei o que fazia”, logo a seguir a uma discussão com o cônjuge.
Ou uma criança que ouve todos os detalhes sobre problemas de dinheiro e conflitos de adultos e depois é questionada: “O que achas que eu devo fazer?”

A criança aprende a ler o humor dos adultos antes de fazer os trabalhos de casa ou pedir seja o que for.
Se a mãe está triste, cancelam as próprias necessidades. Se o pai está zangado, tornam-se mais engraçados, mais prestáveis.

Muitas destas crianças tornam-se adultos “super-responsáveis”, elogiados no trabalho por serem fiáveis, mas a sentir-se secretamente exaustos e invisíveis.
Por baixo, fica uma confusão para a vida: “Sou amado/a, ou apenas útil?”

Do ponto de vista psicológico, a inversão de papéis rouba a uma criança o direito de ser… simplesmente criança.
O sistema nervoso fica em alerta, a varrer o ambiente à procura da próxima crise emocional que vão ter de gerir.

Isto muitas vezes leva a culpa crónica: desfrutar de algo para si parece egoísta. Dizer “não” desencadeia pânico.
As relações mais tarde na vida podem repetir este guião: atraem pessoas que precisam de ser resgatadas, porque foi esse o papel que o cérebro aprendeu a desempenhar.

Uma postura mais saudável é quando os pais partilham a sua humanidade sem se apoiarem na criança para se regularem.
“Hoje estou triste, por isso posso estar mais calado/a, mas não é o teu trabalho resolver isso.”

Como diz um/a terapeuta familiar:

“As crianças merecem pais emocionalmente reais, mas não emocionalmente dependentes delas.”

  • Repare quando desabafa com o seu filho em vez de com outro adulto.
  • Use explicações simples, sem detalhes adultos nem confissões pesadas.
  • Reassegure com clareza: “Isto não é culpa tua, nem é a tua responsabilidade.”
  • Proteja o tempo deles para brincar, ser parvoíce e descansar, longe das preocupações de adultos.
  • Procure apoio para si, para que o amor deixe de lhes parecer um fardo.

6. A casa imprevisível: andar sobre cascas de ovos emocionais

Algumas crianças crescem em casas onde as regras, o humor e as reações mudam de um dia para o outro.
O que é “engraçado” na segunda-feira é “desrespeitoso” na terça. Um copo derramado pode dar origem a uma piada num dia e a uma tempestade de gritos no seguinte.

A psicologia liga esta inconsistência a um profundo sentimento de insegurança.
A criança nunca sabe que versão do pai/mãe vai encontrar.
Assim, desenvolve hipervigilância, a ler constantemente caras, tons e passos no corredor.

Imagine uma criança de 6 anos que deixa cair os cereais. Ontem, o pai riu-se e ajudou a limpar.
Hoje, o mesmo pai - cansado, stressado do trabalho - bate com a mão na mesa e grita: “Tu estragas sempre tudo!”

O corpo da criança não reage apenas ao grito. Regista a imprevisibilidade.
O pequeno sistema nervoso sussurra: o mundo não é seguro, o amor pode virar a qualquer segundo.

Com o tempo, estas crianças podem tornar-se pessoas que tentam agradar a toda a gente ou preocupados crónicos.
Dizem muitas vezes coisas como “Odeio conflitos”, mas acabam repetidamente em relações voláteis, porque o cérebro se habituou estranhamente a esse padrão.

Sob uma lente psicológica, as crianças não precisam de pais perfeitos.
O que lhes dá segurança é uma estabilidade “suficientemente boa”: reações mais ou menos semelhantes a eventos semelhantes, rotinas básicas e adultos que reparam depois de perderem a cabeça.

Uma atmosfera imprevisível programa o cérebro para sobreviver, não para sentir alegria.
A energia da criança vai para gerir risco em vez de explorar, aprender ou sonhar.

Uma mudança pequena, mas poderosa, é nomear as nossas próprias oscilações:
“Ontem ri-me, hoje gritei. Isso é comigo, não contigo. Tu não merecias isso.”
Momentos destes ajudam a criança a separar o seu valor dos nossos humores. E essa única distinção pode mudar uma história de vida inteira.

Um tipo diferente de sucesso: o que realmente faz as crianças sentirem-se felizes e seguras

Pode ler uma lista como esta e sentir um nó no estômago, reconhecendo partes de si ou dos seus próprios pais.
É normal. Ser pai/mãe é confuso, cheio de boas intenções e pontos cegos. Ninguém passa este teste com nota perfeita.

O que a psicologia continua a mostrar, por baixo das teorias e dos gráficos, é surpreendentemente simples.
As crianças não precisam de entretenimento constante, refeições perfeitas ou paciência infinita.
Precisam de se sentir vistas, ouvidas e, no essencial, bem-vindas como são, mesmo quando estão barulhentas, desajeitadas ou inconvenientes.

Muitos adultos hoje estão a fazer o trabalho silencioso de quebrar padrões.
A travarem-se antes de dizer “Pára de chorar, estás bem”, e a tentarem “Estás mesmo muito upset, não é?” em vez disso.
A deixarem a criança escolher as meias desencontradas. A pousarem o telemóvel virado para baixo durante dez minutos e a olharem a sério para a nave de Lego.

Não vai ser limpo nem consistente. Vai errar, e depois, às vezes, acertar de forma gloriosa.
O objetivo não é criar crianças que nunca lutam, mas crianças que não se sintam sozinhas dentro das suas lutas.
Crianças que crescem a saber que a alegria é permitida, a tristeza é acolhida, e a zanga não cancela o amor.

Se cresceu com algumas destas atitudes dolorosas, talvez note como é difícil oferecer o que não recebeu.
Ainda assim, já está a mudar alguma coisa por simplesmente dar nome a estas dinâmicas em vez de fingir que não existem.

Da próxima vez que o seu filho disser “Olha para mim”, ou “Tenho medo”, ou “Eu não quero”, tem nas suas mãos um pequeno pedaço de história geracional na sua resposta.
Repete o guião, ou faz uma pausa e ouve mais um fôlego do que os seus pais ouviram?

São essas pequenas pausas, imperfeitas, que dão início a histórias familiares totalmente novas.
E são essas histórias que, em silêncio, criam crianças mais felizes.

Ponto-chave Detalhe Valor para o leitor
Perfeição e controlo Crítica constante e planeamento excessivo ensinam as crianças que o seu valor depende do desempenho Ajuda os pais a aliviar a pressão e a focar-se na ligação em vez de resultados impecáveis
Validação emocional Ouvir, nomear sentimentos e estar presente constrói segurança interior Oferece uma forma concreta de prevenir ansiedade e baixa autoestima nas crianças
Limites saudáveis Manter as preocupações de adultos nos ombros dos adultos protege as crianças da parentificação Orienta os pais a partilhar com honestidade sem sobrecarregar emocionalmente o filho

FAQ:

  • Pergunta 1: E se eu me reconhecer em várias destas atitudes parentais?
    Não está sozinho/a. A consciência é o primeiro passo real. Comece pequeno: escolha um padrão que mais lhe custa ver e trabalhe esse, em vez de tentar corrigir tudo de uma vez.

  • Pergunta 2: As crianças conseguem “recuperar” de anos de invalidação emocional ou controlo?
    Sim. Novas experiências consistentes - ser ouvido/a, receber pedidos de desculpa, ter escolhas - reescrevem lentamente essas crenças internas. A terapia pode ajudar, mas as micro-mudanças diárias na família também contam muito.

  • Pergunta 3: Como é que peço desculpa ao meu filho sem perder autoridade?
    Mantenha simples: diga o que fez, reconheça o impacto e diga o que vai tentar fazer da próxima vez. As crianças não perdem respeito quando pede desculpa; ganham confiança.

  • Pergunta 4: E se o meu parceiro/a tiver uma destas atitudes prejudiciais e não o vir?
    Fale de situações específicas, não da personalidade. Partilhe como a criança reagiu e como se sentiu, e sugira experimentar uma pequena mudança em conjunto, em vez de atacar o estilo inteiro.

  • Pergunta 5: Já é tarde se o meu filho já é adolescente?
    Os psicólogos dizem que não. Os adolescentes podem revirar os olhos, mas notam mudanças no tom e no comportamento. Nunca é tarde para começar a ouvir melhor, estabelecer limites mais claros e mostrar amor de forma mais direta.

Comentários

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!

Deixar um comentário